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segunda-feira, 14 de agosto de 2017

"O limite é setembro", diz ministro da Defesa e 'espera' que o orçamento seja recomposto pelo 'compromisso' assumido pela área econômica

Ministro da Defesa, Raul Jungmann Foto: FABIO MOTTA/ESTADÃO
Por: Redação OD

Em entrevista ao Estado, o ministro da Defesa, Raul Jungmann, admitiu que as Forças Armadas estão "no limite". Ele afirma que, "por enquanto", a capacidade operacional está mantida, mas concorda com os comandantes militares de que o próximo mês é o prazo máximo de recebimento de verbas para manter serviços básicos nas unidades. "O limite é setembro, e daí vamos ter de cuidar de reduzir efetivo, fechamento de unidades". Jungmann disse que "espera", no entanto, que o orçamento seja recomposto pelo "compromisso" assumido pela área econômica.

quarta-feira, 24 de maio de 2017

SAAB projeta se tornar uma das grandes fornecedoras de armamentos aos Países membros da OTAN


Por: Redação OD

Com um grande alerta de terrorismo e as crescentes inconstâncias sócio-políticas pela Europa, vários países membros da OTAN estão sendo forçados a investir mais na área da defesa, consequentemente serão canalizados bilhões de euros para obtenção de novos materiais bélicos, e dos mais diversos tipos. Com a reunião de cúpula da OTAN prevista para o fim de maio, a empresa sueca SAAB espera ter uma década de aumento das vendas. Tendo ameaças reais e novamente imaginadas, bem como o objetivo comum da OTAN de alocar pelo menos 2% do PIB de cada país à defesa, fazem com que os políticos europeus sejam obrigados a aumentar as despesas destinadas a este setor.

domingo, 15 de maio de 2016

Falta de recursos orçamentários pode atrasar ainda mais os projetos das três forças, Marinha já está com 46% da Esquadra parada



Por: Redação OD
O presidente em exercício Michel Temer terá de lidar com o descontentamento nas Forças Armadas com as graves restrições orçamentárias que vêm enfrentando nos últimos anos. A Marinha já está com 46% da Esquadra parada e sem os navios de escolta suficientes para dar proteção às plataformas do pré-sal. A previsão é que o projeto de construção do submarino com propulsão nuclear atrase mais quatro anos, sendo concluído após 2025 - última projeção feita. No Exército, a situação também é considerada complicada e houve necessidade de se fazer um redesenho do portfólio estratégico da Força. Os frequentes contingenciamentos exigiram redução drástica na linha de produção do blindado Guarani, que poderá levar a Iveco, fabricante do equipamento, a suspender a produção por falta de pagamento. Segundo informações, o Exército não terá recursos para pagar a empresa daqui a três meses.